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10 a 12 de junho de 2021

Tema Livre

TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

ANÁLISE DE PARÂMETROS DO VCG OBTIDOS A PARTIR DE MATRIZES DE TRANSFORMAÇÃO DO ECG EM PACIENTES COM HIPERTROFIA CARDÍACA

Barros, A.N., Luz, V. B.S. , Bezerra, F. , Viana, R., Lambauer, M. , Correia, E., Albrecht, F, Murta,A. C., Hortegal, R., Moriya, H. T
INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA - - SP - BRASIL, LABORATÓRIO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA-ESCOLA POLITÉCNICA USP - SP - SP - BR

 

Introdução: O eletrocardiograma (ECG) é uma ferramenta diagnóstica primordial em cardiologia. Através de técnicas de pós-processamento do ECG digital é possível extrair dados do clássico vetorcardiograma (VCG) e ampliar as possibilidades do método.

Objetivo: Comparar os dados matriciais do ECG entre os pacientes portadores de hipertrofia ventricular patológica (Cardiomiopatia Hipertrófica e Amiloidose Cardíaca) e o grupo controle utilizando duas matrizes diferentes de transformação de ECG para VCG: a matriz inversa de Dower (iDower) e a matriz de Kors.

 

Métodos: Foram analisados VCGs sintetizados a partir das duas matrizes, iDower e Kors, e tais exames foram obtidos para o grupo hipertrófico, composto por 11 pacientes, e para o grupo controle, com 5 pacientes. O tempo de coleta do ECG foi de 10 minutos e, para cada paciente, foram analisados 10 VCGs, referentes a cada minuto da coleta. Foram analisados a amplitude cúbica (mV), por meio da análise da variação dos valores, e o ângulo do complexo QRS e da onda T, por meio da análise de dados circulares.

 

Resultados: Em relação aos ângulos, as médias dos ângulos de cada grupo tiveram maior proximidade no grupo controle e menor no grupo hipertrófico. A variação destes ângulos foi maior utilizando a matriz de Kors para o grupo controle (Fig.1); no entanto, no grupo hipertrófico a maior variação no observada na matriz iDower (Fig.2). Em relação à amplitude cúbica das ondas, a variação foi pequena para ambos os grupos, porém com proximidade maior na onda T, e não houve diferença notável em relação às matrizes.  

 

Conclusão: Analisando as variáveis angulares e de amplitude cúbica nas ondas QRS e T para o grupo controle e hipertrófico, não foi observada diferença significativa entre os grupos. Tal proximidade entre as variáveis também foi observada considerando as matrizes de transformação

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41º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo

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